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A obra integra a série Dramaturgia Brasileira da GIOSTRI e apresenta quatro textos teatrais do autor com prefácio de Maurício Arruda Mendonça.
Sebastião Milaré
Jornalista, crítico e pesquisador de teatro, nascido em Guapiaçu, SP, 1945. Crítico de teatro da revista artes: (1971/90). Nas últimas décadas vem publicando ensaios e artigos sobre teatro em dezenas de periódicos do Brasil e do exterior. Autor e diretor do musical “Medo de vivo é solidão”, com a cantora Maricene Costa (Teatro das Nações, SP, 1970). Co-argumentista e ator do filme “Orgia, o homem que deu cria”, de João Silvério Trevisan (1971). Curador de teatro do Centro Cultural São Paulo por 17 anos.
Na função de dramaturgo participou com o encenador alemão Stephan Stroux do projeto “Viagem ao centro do círculo”, da Cena Lusófona, percorrendo países de língua portuguesa, resultando nos espetáculos “A flor e o concreto” (Centro Cultural São Paulo, 2000) e “Quem come quem” (Teatro Gil Vicente, Coimbra, 2001). Autor de “Antunes Filho e a dimensão utópica” (Ed. Perspectiva, 1994); “Batalha da quimera” (Edições Funarte, 2009); “Hierofania” (Edições SESC, 2010). Participou de várias obras coletivas, destacando “O teatro dos sete povos lusófonos”, do qual foi organizador (SMC, SP, 1998); “Estrategias postmodernas y postcoloniales en el teatro latinoamericano actual”, organizado por Alfonso de Toro (Vervuert Verlag, Alemanha, e Iberoamericana, Espanha, 2004); “O teatro na América Latina”, organizado por Reginaldo Nascimento (Scortecci Editora, SP, 2007). Roteirista das séries dirigidas por Amílcar Claro “O teatro segundo Antunes Filho” (STV/TV Cultura, 2002) e “Teatro e Circunstância” (SESCTV, 2009). Criou e edita, desde o ano 2000, a revista eletrônica www.antaprofana.com.br