Giostri e você
Com a Editora Giostri você publica seu livro em vários idiomas
Leia mais
Obra vencedora do Edital Seleção Brasil em Cena 2006, realização do Centro Cultural Banco do Brasil.
Enquanto o rádio ligado na sala traz as perturbadoras emoções do último capítulo da novela “Perfídia Quase Perfeita”, Cezinha e Dagmar vivem um patético e constrangedor dilema: há um caixão e um revólver no recinto. Um deles está morto. Mas qual dos dois?
A inusitada narrativa tem como pano de fundo uma irreverente homenagem a grandes clássicos do bolero brasileiro e ainda propõe a sempre fascinante fusão entre o ambiente teatral e o universo radiofônico. Mistura que acaba por conduzir os espectadores-ouvintes a um surpreendente desfecho. Afinal, como diz o Locutor que apresenta toda a trama: “Tudo pode ser apenas aquilo que não é... Ou tudo que é pode ser apenas aquilo que não suspeitamos...”.
Carlos Correia Santos
Um dos mais atuantes nomes da atual literatura produzida na Amazônia, Carlos Correia Santos tem apostado na diversidade para compor seu acervo de criações para o teatro. Drama, comédia, espetáculos infanto-juvenis e projetos de investigação histórica são os eixos em torno dos quais gira seu olhar.
Correia coleciona importantes láureas nacionais, como o Prêmio Funarte de Dramaturgia por três anos consecutivos (2003, 2004 e 2005), o Prêmio Funarte Petrobras de Fomento ao Teatro (2005), o Prêmio Funarte Petrobras de Circulação Nacional (2006) e o Edital Seleção Brasil em Cena do Centro Cultural Banco do Brasil.
Incluídos no Catálogo da Dramaturgia Brasileira da renomada autora Maria Helena Kühner (iniciativa detentora do Prêmio Shell), seus textos cênicos já ganharam diversas montagens e já foram apresentados em Belém, São Luís, Natal, Recife, Camaçari, Piracicaba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Suas peças já foram traduzidas para o francês e espanhol. Importantes artistas brasileiros, como Stella Miranda, já assinaram direção de suas obras. No cinema, foi agraciado com o Prêmio do Edital Curta Criança do Ministério da Cultura.
É o dramaturgista do projeto “Solo de Marajó” que marcou o retorno aos palcos do ator e diretor Cláudio Barros.
Também poeta, contista, cronista, roteirista e romancista, Carlos Correia Santos foi o vencedor do Prêmio Dalcídio Jurandir 2008, na categoria romance, com a obra "Velas na Tapera", concurso de vulto nacional criado para celebrar o centenário do romancista Dalcídio Jurandir.